Já fazia quase uma semana desde que a madrasta de Cinderela a obrigara a se mudar do seu quarto para o velho sótão.
Mas Cinderela ainda não tinha se acostumado com seu novo aposento. Pois o sótão era um quarto frio, quase sem móveis e muito solitário.
O único companheiro de Cinderela era um ratinho que ela vira entrando e saindo de um buraquinho num canto do quarto.
Cinderela sempre gostou muito de animais, e os ratos não eram exceção. Mas ela poderia mostrar ao seu novo amigo que ele não precisava ter medo?
"Bem", Cinderela pensou. "Ele deve estar com frio e com fome".
Um dia na hora do jantar, Cinderela escondeu um pedacinho de queijo no bolso de seu avental.
Naquela noite, depois de ter terminado todas as suas obrigações, Cinderela correu para o seu quarto e pegou sua caixinha de costura. Ela usou alguns retalhos para fazer uma roupinha para o ratinho: uma camisa vermelha e um boné, um paletozinho alaranjado e um par de sapatinhos marrons.
- Uma roupinha para o meu amiguinho - ela disse.
Cinderela colocou as roupinhas em frente ao buraquinho na parede e se ajoelhou. Em seguida tirou o pedaço de queijo do bolso e o colocou ao lado das roupas, com a palma da sua mão. Então ela estendeu a mão aberta para a portinha do buraquinho e chamou:
- Olá, tem alguém aí?
Muito desconfiado, o ratinho colocou a cara para fora do buraquinho e cheirou o ar. Mas quando viu o queijo, ele saiu do buraco e se aproximou da mão de Cinderela. Ele parou e ergueu os olhinhos como se estivesse perguntando algo.
- Pode pegar - ela disse gentilmente. - São presentes para você.
O ratinho pareceu ter entendido, pois ele se aproximou mais um pouquinho, apanhou as roupas e o queijo e voltou correndo para a sua toca.
Cinderela riu, então esperou pacientemente durante alguns minutos, ajoelhada diante do buraquinho.
- E então? - ela disse depois de um tempinho -, posso ver como as roupas ficaram em você?
Muito sem jeito, o ratinho saiu, vestindo suas roupas novas. Cinderela bateu palmas.
- Perfeito! - Ela disse. - Você gostou?
O ratinho assentiu. Então ele deu um pulo, como se tivesse acabado de ter uma ideia, e correu de volta para a toca. Cinderela franziu a testa, desconfiada. Será que ele tinha ficado com medo?
Mas logo o ratinho reapareceu acompanhado de outros ratos que vinha muito tímidos logo atrás.
- Mais amiguinhos! - Cinderela disse, surpresa. Ela correu para pegar a sua caixinha de costura, encantada por ter encontrado o calor da amizade na frieza do sótão.

Um dia na hora do jantar, Cinderela escondeu um pedacinho de queijo no bolso de seu avental.
Naquela noite, depois de ter terminado todas as suas obrigações, Cinderela correu para o seu quarto e pegou sua caixinha de costura. Ela usou alguns retalhos para fazer uma roupinha para o ratinho: uma camisa vermelha e um boné, um paletozinho alaranjado e um par de sapatinhos marrons.
- Uma roupinha para o meu amiguinho - ela disse.
Cinderela colocou as roupinhas em frente ao buraquinho na parede e se ajoelhou. Em seguida tirou o pedaço de queijo do bolso e o colocou ao lado das roupas, com a palma da sua mão. Então ela estendeu a mão aberta para a portinha do buraquinho e chamou:
- Olá, tem alguém aí?
Muito desconfiado, o ratinho colocou a cara para fora do buraquinho e cheirou o ar. Mas quando viu o queijo, ele saiu do buraco e se aproximou da mão de Cinderela. Ele parou e ergueu os olhinhos como se estivesse perguntando algo.
- Pode pegar - ela disse gentilmente. - São presentes para você.
O ratinho pareceu ter entendido, pois ele se aproximou mais um pouquinho, apanhou as roupas e o queijo e voltou correndo para a sua toca.
Cinderela riu, então esperou pacientemente durante alguns minutos, ajoelhada diante do buraquinho.
- E então? - ela disse depois de um tempinho -, posso ver como as roupas ficaram em você?
Muito sem jeito, o ratinho saiu, vestindo suas roupas novas. Cinderela bateu palmas.
- Perfeito! - Ela disse. - Você gostou?
O ratinho assentiu. Então ele deu um pulo, como se tivesse acabado de ter uma ideia, e correu de volta para a toca. Cinderela franziu a testa, desconfiada. Será que ele tinha ficado com medo?
Mas logo o ratinho reapareceu acompanhado de outros ratos que vinha muito tímidos logo atrás.
- Mais amiguinhos! - Cinderela disse, surpresa. Ela correu para pegar a sua caixinha de costura, encantada por ter encontrado o calor da amizade na frieza do sótão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário